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    terça-feira, 8 de junho de 2010


    ATENTO A ESTE ASSUNTO:

    "Este é, certamente, um dos textos prediletos da organização TJ para desacreditar a divindade absoluta de Cristo, pois, tomado à primeira vista, seu conteúdo é composto pelos seguintes elemtnos claramente subordinacionistas:

    a) O Filho reinará por um tempo determinado e limitado - Terá de entregar o Reino ao Pai, pois reinará até que todos os seus inimigos estejam postos debaixo de seus pés. O Pai, que recebe o Reino, reinará, ao contrário, para sempre.
    b) Apenas o Pai será "tudo em todos" (ou, como verte a TM: "Será todas as coisas para com todos") - Nesse caso, o Filho fará parte do "todos" (juntando-se ao restante da criação), ao passo que o Pai será "tudo" para com todos.
    c) O Filho assume uma condição de sujeição - Após entregar o Reino, o Filho se sujeitará ao Pai. Este, ao contrário, não poderia jamais estar sujeito ao Filho (1 Co 15:27).

    Para resolver essas questões e entender corretamente a passagem, é preciso lembrar algo importante, a saber: as Escrituras não se contradizem. Muitas passagens, como já vimos, são clarrísimas ao ensinar a igualdade de essência do Filho em relação ao Pai. Assim, não devemos supor que essa passagem de 1 Coríntios esteja ensinando o contrário do que o restante das Escrituras ensina com muita clareza. Com isso m mente, afirmamos o seguinte: seja qual for a explicação proposta, deve ficar de fora qualquer idéias de que Cristo seja ou será inferior ao Pai em sua essência ou natureza divina, uma vez que ele é Deus.

    Passemos agora à análise dos problemas acima propostos, que reclamam solução:

    No que diz respeito à primeira questão, afirmamos que Jesus não reinará por tempo determinado e limitado. Afirmar isso é o mesmo que dizer que as Escrituras se contradizem, pois outras passagens afirmam clara e inequivocamente que Jesus reinará para todo o sempre (Ap 5:13; 11:15; cf. Is 9:6,7 e Lc 1:33).

    Como fugir da aparente contradição ? A organização TJ argumenta que Cristo reinará para sempre no sentido de que os resultados obtidos por seu reinado perdurarão eternamente sob a administração do Pai.

    Tal explicação não procede, pois os textos supracitados afirmam que o próprio Cristo reinará para sempre. O que o anjo Gabriek disse a Maria ainda é válido: "Não haverá fim do seu Reino". E no Apocalipse ouvem-se todas as criaturas afirmar que o poderio de Cristo será, assim como o do Pai, "para todo o sempre" (Ap 5.13).

    O Incômodo para muitos está na parte da frase: "Pois ele tem de reinar até que... (achri)". O problema se resolve quando se dá ao termo "até" seu devido lugar no texto. Para os que crêem que o reinado de Jesus será limitado, "até" é tomado como preposição que indica limitação. Este, porém, não é o único uso do termo "até", que também pode ser empregado como advérbio de inclusão. Por exemplo, na mesma carta (1 Coríntios), no capítulo 4, versículo 11, Paulo escreve: "Até agora (achri tes arti horas) estamos passando fome, sede e necessidade de roupas, estamos sendo tratados brutalmente, não temos residência certa". Em 2 Coríntios 3.14, descrevendo o estado espiritual do povo judeu, Paulo escreve também: "Na verdade a mente deles se fechou, pois até hoje (achri gar tes semeron) o mesmo véu permanece quando é lida a antiga aliança..." (v.tb. 2Co 10.13,14 e Gl 3.19).

    Deve-se concluir que, depois de escrever aos coríntios narrando suas tribulações e compartilhando suas necessidades, o apóstolo não mais passaria por elas ? Ou que, no texto de 2 Coríntios, o véu não mais permanece sobre a mente dos judeus quando é lido o Antigo Testamento ? De jeito nenhum! Paulo continuou passando por dificuldades em todo o seu ministério e até hoje o véu permanece sobre a mente do povo da antiga aliança. Assim, tomando-se por base o que foi exposto, precisamos afirmar como Agostinho: "Não devemos aceitar que Cristo ao entregar o Reino a Deus Pai, dele ficará privado".

    Afirmamos então, à luz dos textos bíblicos supracitados, que Jesus continuará reinando mesmo depois de entregar o Reino ao Pai, pois não perderá sua igualdade com o Pai. Jesus será, portanto, eternamente rei.

    Fica, porém, uma pergunta no ar: Por que entregar o Reino, se depois ele continuará no domínio ? A resposta está relacionada com o que foi mencionado no texto anterior: por ter assumido a condição humana, Cristo tornou-se Mediador entre a humanidade e a divindade, função que cumprira até certo tempo, quando entregará o Reino ao Pai. Deixando de exercer sua ação mediadora, visto que concluiu todo o desígnio divino, o Mediador se sujeita a fim de que Deus "seja todas as coisas para com todos". Nesse caso, o termo Deus no versículo 28 deve ser entendido como uma referência à comunidade trinitária, ou seja, o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Dá-se cabo, finalmente, da relação funcional. É o que parece presente na frase "o próprio Filho [na qualidade de Mediador] também se sujeitará". E agora Deus - a Trindade - Pai, Filho e Espírito Santo -, que criou os céus e a terra, ou seja, o universo visível e invisível, torna-se tudo em todos, reinando para todo o sempre.

    Que o termo "Deus", utilizado no versículo 28, é uma alusão à Trindade, fica evidente pela seguinte razão: o texto afirma que Deus será "tudo em todos". Ora, o mesmo se diz de Jesus: "Cristo é todas as coisas e em todos" (NM). Essa idéia de domínio sobre tudo e todos é constantemente aplicada ao próprio Jesus Cristo e pode ser vista nas seguintes passagens bíblicas:

    a) João 1.3 - Todas as coisas foram feitas por intermédio dele.
    b) Filipenses 2.10,11 - Todo joelho se dobrará diante dele e toda língua o confessará como Senhor.
    c) Colossenses 1.16,17 - Nele foram criadas todas as coisas; Todas as coisas foram criadas por ele e para ele; ele é antes de todas as coisas, e nele tudo subsiste.
    d) Colossenses 2.3 - Todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento estão escondidos nele.
    e) Colossenses 2.9 - Toda a plenitude da divindade habita nele.
    f) Hebreus 1.3 - Ele sustenta todas as coisas pela palavra do seu poder.
    g) Hebreus 1.6 - Todos os anjos o adoram.

    Assim como afirma João Calvino: "portanto, restringir o termo Deus exclusivamente ao Pai, de sorte que se detraia ao Filho, nem é justo, nem correto".

    É interessante notar também que, de acordo com Filipenses 3.21, Jesus tem o poder de "colocar todas as coisas debaixo do seu domínio". Em João 17.10, ele afirma que tudo o que é dele é do Pai, e tudo o que é do Pai e dele. Isso se dá porque Pai, Filho e Espírito Santo agem juntos (embora tenhamos mais referências do Filho em relação ao Pai).

    Diante de tudo isso e de Hebreus 13:8, que afirma ser Jesus o mesmo ontem, hoje e para sempre, afirmamos, à luz da Bíblia, que ele será eternamente, por ser Deus assim como o Pai e o Espírito Santo, "tudo em todos".

    Alguém talvez queira levantar a seguinte questão: "Em qual parte das Escrituras se diz que o Espírito Santo será tudo em todos ? A menção ao Pai e ao Filho existe, mas não há nenhuma que trate do Espírito Santo".

    Para responder a isso, propomos as seguintes explicações:

    1) Embora não haja referência explícita quanto ao domínio do Espírito Santo, pois ele não é mencionado no texto, podemos afirmar que ele, assim cmo o Pai e o Filho, será tudo em todos, pois, afinal, o Espírito Santo é Deus. E o Deus que será "tudo em todos" é a Trindade Santíssima: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (uma consideração acerca da divindade do Espírito Santo, v. no cap. 6).
    2) Não se pode falar de Reino de Deus e deixar de lado o Pai, o Filho e o Espírito Santo. O apóstolo Paulo afirma que o Reino de Deus é "justiça, paz e alegria no Espírito Santo" (Rm 14.17).
    3) A falta de referência explícita de uma pessoa da Trindade não significa que a passagem não se refira a ela. Por exemplo, em Mateus 12:31,32, Jesus afirma que a blasfêmia contra o Espírito Santo não será perdoada. Mas Jesus não mencionou o Pai. Ora, nem por isso alguém deve se sentir livre para blasfemar contra o Pai.

    Além dessas razões que nos levam a crer que a Santíssima Trindade será "tudo em todos", temos o testemunho direto do apóstolo Paulo: "Há diferentes tipos de dons, mas o Espírito é o mesmo. Há diferentes tipos de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. Há diferentes formas de atuação, mas é o mesmo Deus quem efetua tudo em todos" (1 Co 12.4-6)".

    Por que abandonei as Testemunhas de Jeová - Aldo Menezes - Editora Vida - pags. 172-177.


    1 Coríntios 15:45: "Pois assim está escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito alma vivente. O último Adão, porém, é espírito vivificante'

    Este é o versículo favorito das TJ para negar a ressurreição completa de Jesus Cristo, "o último Adão". Eles dizem que as Escrituras aqui diz que ele se tornou um "espírito" na ressurreição. "Deus dispôs do corpo de Jesus" diz a Sentinela (15 de novembro de 1991, página 31), "dissolvendo-o em seus elementos constituintes ou átomos". (1 de setembro de 1953, página 518)

    Por outro lado, a Bíblia fala que o sepulcro estava vazio na manhã da Páscoa como evidência da ressurreição de Cristo, não como prova que seu corpo estava decomposto. (Mt. 28:6; Mc. 16:6) "Ele não está aqui; ele ressuscitou"! (Lc. 24:6). Foram os inimigos do Cristianismo que imaginaram a "decepção" que iria acontecer se alguém roubasse o corpo de Cristo e afirmasse que ele ressuscitou. (Mt. 27:62-64 NIV)

    Apesar dele poder ter existido como um espírito desencarnado durante os dias e noites enquanto seu corpo estava no sepulcro, no terceiro dia Cristo fez com "seu o corpo" o que ele tinha prometido quando disse: "em três dias o levantarei" (Jo. 2:19-21 Tradução do Novo Mundo). Assim, ele não era mais um espírito desencarnado quando apareceu aos discípulos e convidou Tomé a tocar nas as feridas (Jo. 20:27). Em outra ocasião, quando os discípulos confundiram Cristo ressuscitado com um espírito, ele respondeu com uma resposta que deveria ter encerrado as dúvidas para eles e aos inquisidores futuros: "Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e verificai, porque um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho". (Lc. 24:39 ARA)

    Efésios 1:3: "Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo"

    Se o Pai é o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, como pode Jesus ser Deus? Este é o argumento que as Testemunhas tentam tirar deste versículo. Para responder, veja a discussão sobre Jo.20.27 acima. O Jamiesson, Fausset and Brown Commentary (JFB) diz de Ef. 1.3: "Deus é 'o Deus' do homem Jesus e 'Pai' do Divino Logos". O William Burkitt's NT Notes diz: "Ele é um Deus a Cristo, em relação a sua humanidade. Cristo foi dedicado antes da fundação do mundo, para agir como Mediador (1Pd. 1:20) e o Pai lhe fez uma aliança eterna como Mediador.

    Ele é um Pai a Cristo, que é Deus e homem. Um pai para ele como Deus, por geração eterna, um sendo Deus gignens, outro sendo Deus genitus. Ele foi o único Filho gerado do Pai. E por o Pai ser seu Pai na humanidade, em virtude da união pessoal das duas naturezas em Cristo, Cristo foi chamado Filho de Deus (Lu 1:32)".

    Filipenses 2:9-10: "Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra"

    "Se Cristo fosse Deus ele já ocuparia o lugar mais alto e já possuiria o nome que é sobre todo nome", diria uma TJ, "assim, essa posição que o Pai lhe deu prova que ele não é Deus". O problema, porém, é que a TJ ignorou o contexto. Até mesmo na Tradução do Novo Mundo o versículo 6 diz que Cristo "estava existindo na forma de Deus". Certamente, ele não poderia ser mais exaltado que isso. Entretanto "ele se esvaziou e tomou a forma de um escravo" segundo o versículo 7, onde ele "se humilhou", segundo o versículo 8. Assim, foi nesta posição que o Pai lhe exaltou.

    Filipenses 2:5: "Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem"

    "Um mediador entre dois partidos fica no meio deles e não pode ser um deles", diz uma Testemunha, "por isso se Cristo é o mediador entre Deus e o homem ele não pode ser Deus". Se o argumento das TJ fosse verdade, porém, Cristo não podia ser homem. As Escrituras chamam o homem Cristo Jesus. Podemos concordar que, na maioria dos casos, um mediador entre dois partidos não pode ser um dos partidos, mas este caso é diferente. A própria Tradução do Novo Mundo revela que Cristo começou na "forma de Deus" e "tomou semelhança de escravo dos homens" (Fl. 2:6-7). Então, enquanto a maioria dos mediadores pode estar no meio entre os partidos por serem imparciais, Cristo pode ficar no meio porque ele está em ambos os lados, em virtude de ser Deus e homem.

    Hebreus 12:2: "olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus"

    A idéia das Testemunhas de Jeová, que Cristo morreu em uma estaca vertical sem uma haste horizontal, em vez de na cruz tradicional, é debatida na discussão de Jo. 20:25 em Jehovah's Witnesses Answered Verse by Verse e Answering Jehovah's Witnesses Subject by Subject. Porém, as TJ usam o pensamento de Hb. 12:2 para critica o uso cristão da cruz na arquitetura e nas artes como um símbolo que representa Cristo ou o cristianismo. Seu argumento é que o instrumento que matou Jesus foi uma coisa vergonhosa--algo muito repulsivo para usar como ornamento em capas de livros ou edifícios de igreja:

    "Como você se sentiria se um de seus amigos mais queridos fosse executado com falsas acusações? Você faria elogios ao instrumento de execução, quer dizer, da corda da forca ou da cadeira elétrica?
    Para os judeus e os romanos, a forma que Jesus morreu foi vergonhosa. Ele foi executado como um ladrão do mais baixo nível e teve morte lamentável. Aos cristãos, o instrumento de execução teria sido muito repulsivo.

    Assim, se desejamos a aprovação de Deus, nós não deveríamos evitar a cruz e obedecer o as ordens de Deus "fugi da idolatria"?

    --Despertai! revista, 8 de novembro de 1972, páginas 27-28,

    Certamente, dar poder a um objeto como se fosse Deus é idolatria, mas e a maioria dos cristãos que simplesmente usam a cruz como um símbolo de cristianismo? Estão errados? Nós deveríamos ver a cruz como algo repulsivo a ser evitado?

    O apóstolo Paulo não deste modo. Ele disse que ele "se gloriava na cruz". (Gl. 6:14) O evangelho que ele trouxe às nações era a "pregação da cruz" ou "a mensagem da cruz". Ele resumiu toda sua mensagem como "nós pregamos o Cristo crucificado" (ICo. 1:18, 21-23 KJV, NIV). Não temos nenhuma evidência se Paulo usou ou não um crucifixo como um símbolo do Cristianismo, mas ele usou muito esta palavra em seus escritos.

    Cristo mesmo falou que seus fiéis deveriam carregar a cruz (Mt. 10:38; 16:24; Mc. 8:34; Lc. 9:23; 4:27)

    Os líderes da Torre de Vigia que acham repulsivo o instrumento no qual Cristo morreu devem reexaminar seus ensinos, para que não eles acabem entre aqueles que Paulo falou simbolicamente como "inimigos da cruz de Cristo". (Fl. 3:18)

    1 Pedro 3:18: "Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito"

    A Tradução do Novo Mundo diz: "sendo posto a morte na carne, mas sendo vivificado no espírito" (algumas outras traduções também traduzem assim) A Sociedade da Torre de Vigia interpreta "no espírito" como significando "em sua ressurreição dos morto, Jesus foi recebeu um corpo espiritual" não o corpo que morreu na cruz. (Raciocínio à Base das Escrituras, página 334) Assim a seita nega a completa ressurreição de Cristo.

    O corpo que morreu na cruz "foi descartado por Jeová Deus" segundo a Torre de Vigia, "dissolvido em seus elementos ou átomos constituintes". (1 de setembro de 1953, página 518) "Deus dispôs do corpo de Jesus, não permitindo-o ver a corrupção, evitando ser uma epdra de tropeço para a fé" (15 de novembro de 1991, página 31) tendo deixado a carne para a vida do mundo, Cristo nunca poderia ter um corpo e ser homem de novo" (Você Pode Viver Para Sempre no Paraíso Terrestre, página 143) Isso significa que ele levou de volta o que ele tomou como sacrifício, vai explicar a Testemunha.

    É o que o próprio Cristo ensinou? Longe disto! Jesus disse: "eu dou minha vida pelas ovelhas. Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la" (Jo. 10:14-18 NIV). Seu corpo seria dispensado? Não! Falando sobre "seu corpo" Jesus disse: "eu o levantarei" (Jo. 2:19-21 RSV) Até mesmo a Tradução do Novo Mundo das TJ em Jo. 2:19 diz: "eu o levantarei".

    Em certa ocasião, os discípulos erradamente pensaram queo Cristo ressuscitado fosse "um espírito", mas ele respondeu: "Veja minhas mãos e meus pés que sou eu; sinta-me e v
    eja, porque um espírito não tem carne e ossos da mesma forma que você vê que eu tenho". (Lc. 24:37-39 Tradução do Novo Mundo).

    Apocalipse 1:6: "e nos constituiu reino, sacerdotes para o seu Deus e Pai, a ele a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém!"

    As TJ usam este versículo para falarem que Jesus não é Deus pois "seu Deus" é o Pai. Só que esta é só mais uma das expressões de Jesus "meu Deus". Veja discussão sobre Jo.20.17 acima.


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