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    sábado, 19 de junho de 2010

    J.F.C Estudos Bíblicos


    Os Perigos da Festa Junina na Vida do Crente

    Essa semana fiquei preocupado com a quantidade de filhos de cristãos dançando quadrilha, de jovens e adolescentes que conhecem a Palavra de Deus se envolvendo com essas danças e lugares, tanto que fiz algumas pesquisas em outros blogs e sites, e estarei expondo algumas explicações sobre festa junina.

    Rev. Ashbell Simonton Rédua

    A cultura brasileira vem sempre repleta de tradições e ritos de outras culturas de todo o mundo por ser um país de grande diversidade populacional, mas, principalmente, devido aos seus descobridores que eram tradicionais católicos. Sendo assim, as tradições católicas vieram sobre nossa nação por diversas formas como danças, contos e peças que criaram suas raízes em nosso meio. Naturalmente as festas juninas fazem parte das manifestações populares mais praticadas no Brasil.

    1. Perigo de perderem a identidade como parte do povo de Deus.

    As bases das festas juninas estão alicerçadas nas práticas das festividades pagãs, onde ofereciam seus louvores e suas festas em honra daqueles deuses. Eram as festas das colheitas. As festas juninas usurparam isto dos gentios, com apenas o detalhe de dar uma roupagem cristã. No entanto, quando Deus introduziu o povo de Israel na terra prometida adverti-os severamente para que não usassem esse tipo de costume, diz Ele: "Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te dá, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos." [Deut. 18:9]. Independentemente das intenções, fossem elas boas ou não, o plágio fora terminantemente proibido por Deus.

    Paulo, escrevendo aos 2 Cor 6:14-18, diz que não devemos nos envolvermos em alianças ou sociedades com os incrédulos. O ponto aqui é que os crentes precisam evitar qualquer situação em que fiquem em jugo desigual com um incrédulo. Isso inclui associações por meio das quais aqueles que não têm os mesmos valores espirituais possam exercer pressão sobre você. Nesta caso a Festa Junina, que tem padrões e propósitos diferentes dos nossos padrões, exerce uma pressões, principalmente a incredulidade e a idolatria.

    Ao associarmos com os incrédulos perdemos a nossas identidade de povo escolhido, santo, separado, deixamos de ser sal e luz do mundo. Desligados do sangue vital da Igreja local, nossa vida espiritual desvanece e acaba por deixar de existir. E o primeiro sintoma de enfraquecimento espiritual, é o comparecimento irregular aos cultos e outras reuniões. Quando nos tornamos descuidados com a vida espiritual e a igreja, todo o resto também começa a desmoronar.

    Vejamos algumas razões irrefutáveis das conseqüências desse perigo:

    1º - A família cristã não nos identifica como cristãos autênticos. Não posso dizer que sou um cristão autêntico se não tenho compromisso com Deus e com a Igreja;

    2º - A família cristã não nos tira do isolamento egoísta. É nela que aprendemos a nos relacionar com a família de Deus. Somente pelo contato regular com outros cristãos podemos aprender o verdadeiro companheirismo e experimentar a verdade do Novo Testamento: ser unidos e dependentes uns dos outros;

    3º - Não desenvolvemos músculos espirituais. Somente a plena participação nas atividades da igreja local desenvolve músculos espirituais. Pode parecer fácil ser santo quando não há ninguém por perto, mas essa é uma santidade falsa. Isso só produz falso conceito, nos faz pensar que somos maduros, o que é fácil quando não há ninguém para nos contestar. A verdadeira maturidade se manifesta nos relacionamentos;

    4º - A família cristã não irá te impedir de decair – Ninguém está imune à tentação. Deus sabendo disto, nos deu a responsabilidade de mantermos uns aos outros no caminho certo. “Não é da sua conta”, não é uma frase cristã. Somos chamados e ordenados a nos envolvermos na vida uns dos outros. Se soubermos que existem pessoas que estão vacilando espiritualmente, é nossa responsabilidade ir atrás delas e trazê-las de volta para a comunhão.

    2. Perigo de apostatar-se da fé e da promessa.

    A palavra "apostasia" vem do grego e também significa "insurreição" ou "rebelião". Uma insurreição e rebelião total contra tudo que vem de Deus – e ao mesmo tempo uma mudança de direção, ou seja, uma aceitação daquele que vem do "mundo". Nesse contexto, apostasia não significa violação de leis isoladas, mas é a caracterização ampla da rebelião total contra Deus. É notório que estas festividades são para homenagear os três santos católicos (João Batista, Pedro e Paulo). Nestas datas as pessoas invocam sua proteção através de procissão e missas, fazem promessas e pedidos confiando em sua suposta intercessão. Um devoto junino acredita piamente que seus "santos" ouvem suas petições por ocasião destas festividades .

    Não obstante, temos razões bíblicos para rejeitarmos estas mediações. A Bíblia nos diz que existe um só mediador entre Deus e os homens: "Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem," [I Tm. 2:5].

    Este verso exclui todos os demais mediadores forjados pela mente humana. Se temos que pedir alguma coisa a alguém, esse alguém tem de ser Jesus Cristo, veja o que Ele mesmo diz: "...e tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu a farei." [João 14:13,14].

    Apostasia é o desprezo e a negligência às leis de Deus. A Lei de Deus, a Torá, ou seja, a Lei que nos foi outorga por Moisés a partir dos Dez Mandamentos, embora esquecida e desprezada pela sociedade é válida para hoje devido a sua atualidade, pelo que, pecamos em apostasia se a reputamos antiquada. Este é o segundo perigo: a apostasia.

    3. Perigo de ficarem mais vulneráveis ao pecado.

    A Bíblia, a Palavra de Deus, ensina que o coração endurecido, empedernido e obstinado, faz seus próprios planos, considerando-os sempre bons e apropriados como caminhos, Provérbios 16.1-3, mesmo que em incerto rumo ou em precipitação num abismo espiritual sem precedentes na história. Sempre que um povo segue seu próprio coração não há como Deus estabelecer desígnios de bênçãos e de vitórias significativas. A decorrência é que fracassam os planos econômicos, assistimos a falência da saúde, da educação, bem como verificamos o enfraquecimento das instituições.

    Quem fica na beira, na borda, no limiar, convive mais de perto com os povos da terra, e fica mais suscetível às suas influências e ao pecado. Tendemos a relativizar o pecado, julgando que não tem importância, que devemos nos contextualizar.

    4. Perigo de ficarem mais vulneráveis aos ataques dos inimigos.

    No princípio imaginamos que tudo está no nosso controle e que estamos cientes de tudo o que está acontecendo, mas logo a seguir nos tornamos insensíveis e intocáveis”. Precisamos, mais do que depressa, lutar contra a frieza por dois motivos básicos: Porque ela aborrece o Senhor nosso Deus e nós o tornamos vulneráveis aos ataques dos nossos inimigos. Podemos citar alguns níveis dessa vulnerabilidade:

    1º - O inimigo confia que muitos recuarão diante de uma simples pressão ou resistência em determinada área de nossas vidas, e infelizmente é isto que ocorre com grande parte dos cristãos;

    2º - O inimigo tentará te resistir de forma que você fique infrutífero;

    3º - O inimigo tentará te resistir te convidando a quebrar a aliança que você tem com o seu Senhor.

    Concluindo este artigo cito o Pr. John F. MacArthur Jr:

    “Se existe algo que a história nos ensina, este ensino é que os ataques mais devastadores desfechados contra a fé sempre começaram com erros sutis surgidos dentro da própria igreja.” Os piores inimigos da fé cristã são aqueles que se dizem cristãos e não se apegam à fé cristã bíblica.” Os perigos estão aí cabe a você decidir, porquanto diante da tua decisão há a tua responsabilidade.


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